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	<title>Four Jet &#124; Blog</title>
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	<description>Atuamos no mercado principalmente com responsabilidade social, aderindo a ferramentas que possibilitam que nossos produtos sejam reciclados e reutilizados, reduzindo assim os danos causados ao meio ambiente.</description>
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		<title>Por que papel reciclado é mais caro?</title>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 12:41:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Por que papel reciclado é mais caro?]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://www.fourjet.com.br/blog/?p=764"><img align="left" hspace="5" width="230" src="http://www.presenteparahomem.com.br/wp-content/uploads/2009/11/reciclagem-papel-dicas-curiosidades.jpg" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>O papel reciclado para impressão sempre foi mais caro que o papel virgem, contudo, já há algum tempo que a diferença entre o preço dos dois produtos não é mais tão grande. Em uma rápida pesquisa em algumas papelarias, pude constatar que a diferença média entre o papel reciclado e o papel virgem é de cerca de R$ 3, 00. Apesar da diferença não ser tão grande, me perguntei o porquê do papel reciclado ser mais caro.


O papel realmente reciclado é aquele que vem do lixo, vira papelão, papel higiênico, papel de embrulho. E que tem um custo benefício maior. Já o papel reciclado para impressão é feito de aparas selecionadas de gráficas e papel de escritório, misturado com fibras e com a reutilização de sobras da própria indústria que o produz.
São listados 10 motivos porque o papel reciclado é mais caro. Quer saber quais são? Vamos então a eles:
1 – Já existe um processo de fabricação centenário de fabricação de papel “virgem”. A fabricação de papel reciclado para impressão é relativamente nova, precisa de tempo para se estruturar e ser competitiva.
2 – Na verdade, comparar papel virgem com papel reciclado (para impressão) é covardia. O papel reciclado faz parte de uma categoria diferente, denominada Papéis Especiais. Há alguns anos, só haviam papéis reciclados importados, caríssimos, sem acesso ao usuário comum. É ótimo que essa situação esteja mudando, mas o papel reciclado que estamos nos acostumando a ver ainda é um pouco mais caro.
3 – Há pouca concorrência no mercado de papel reciclado para impressão. Com mais empresas fabricando, o preço deve cair.
4 – Se você separar os papéis do resto dos resíduos que gera, estará ajudando a baratear o custo do papel reciclado, pois a limpeza e triagem (separação) são dois dos itens que encarecem a reciclagem.
5 – QuandoLeia mais...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O papel reciclado para impressão sempre foi mais caro que o papel virgem, contudo, já há algum tempo que a diferença entre o preço dos dois produtos não é mais tão grande. Em uma rápida pesquisa em algumas papelarias, pude constatar que a diferença média entre o papel reciclado e o papel virgem é de cerca de R$ 3, 00. Apesar da diferença não ser tão grande, me perguntei o porquê do papel reciclado ser mais caro.</p>
<p><center><img src="http://www.presenteparahomem.com.br/wp-content/uploads/2009/11/reciclagem-papel-dicas-curiosidades.jpg" alt="" /><br />
</center></p>
<p><em>O papel realmente reciclado é aquele que vem do lixo, vira papelão, papel higiênico, papel de embrulho. E que tem um custo benefício maior. Já o papel reciclado para impressão é feito de aparas selecionadas de gráficas e papel de escritório, misturado com fibras e com a reutilização de sobras da própria indústria que o produz.</em></p>
<p>São listados 10 motivos porque o papel reciclado é mais caro. Quer saber quais são? Vamos então a eles:</p>
<p>1 – Já existe um processo de fabricação centenário de fabricação de papel “virgem”. A fabricação de papel reciclado para impressão é relativamente nova, precisa de tempo para se estruturar e ser competitiva.</p>
<p>2 – Na verdade, comparar papel virgem com papel reciclado (para impressão) é covardia. O papel reciclado faz parte de uma categoria diferente, denominada Papéis Especiais. Há alguns anos, só haviam papéis reciclados importados, caríssimos, sem acesso ao usuário comum. É ótimo que essa situação esteja mudando, mas o papel reciclado que estamos nos acostumando a ver ainda é um pouco mais caro.</p>
<p>3 – Há pouca concorrência no mercado de papel reciclado para impressão. Com mais empresas fabricando, o preço deve cair.</p>
<p>4 – Se você separar os papéis do resto dos resíduos que gera, estará ajudando a baratear o custo do papel reciclado, pois a limpeza e triagem (separação) são dois dos itens que encarecem a reciclagem.</p>
<p>5 – Quando você compra papel, paga imposto. Quando ele é transformado em papel reciclado, uma nova carga de impostos é gerada, para o papel que já estava taxado…</p>
<p>6 – O papel reciclado está basicamente restrito ao uso corporativo. Enquanto for produto de um nicho de mercado, mantém-se com valor mais alto.</p>
<p>7 – A coleta seletiva no Brasil ainda é relativamente pequena, o que gera um custo alto para coletar e selecionar os materiais recicláveis.</p>
<p>8 – O processo de reciclagem implica em: coletar, selecionar, limpar, revalorizar, reproduzir, comercializar. Para tudo há um custo. Pense que em vez do fabricante ou comerciante estar querendo levar vantagem na “onda ambiental”, talvez precisem agregar valor para comercializar um produto mais caro.</p>
<p>9 – Existem diversos tipos de papéis recicláveis, cada um tem seu valor, seu grau de impureza. Qualquer fardo de papel com materiais proibitivos em quantidade maior que a especificada pode torná-lo não reciclável. Ou seja, o trabalho de separação/classificação é grande mesmo só entre papéis. Todo processo criterioso tem custo elevado.</p>
<p>10 – O uso do papel é tão difundido que ninguém imagina viver sem ele. Isso mantém um custo relativamente baixo para promover o papel em campanhas de marketing. No caso do papel reciclado, quem pode faz o que pode para divulgar o papel: campanhas de publicidade que, além do tradicional, envolvem ações sociais, permutas… Quem não pode, vende menos. Esses fatores podem encarecer o produto final.</p>
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		<title>Jardins verticais renovam o ar e embelezam a Cidade do México</title>
		<link>http://www.fourjet.com.br/blog/?p=756</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 11:23:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Jardins verticais renovam o ar e embelezam a Cidade do México]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://www.fourjet.com.br/blog/?p=756"><img align="left" hspace="5" width="230" src="http://exame.abril.com.br/assets/pictures/54266/size_590_" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>Projeto é desenvolvido pela VerdMX, organização sem fins lucrativos que promove o design verde como forma de melhorar a qualidade de vida nos espaços urbanos.

Quem não se encanta ao ver um jardim bem cuidado? Imagine então se deparar com megaestruturas revestidas de vegetação verdinha no meio das ruas e, ainda por cima, na posição vertical. Pois é dessa paisagem que os moradores da Cidade do México andam desfrutando.
Sete gigantes jardins verticais foram instalados pelos bairros da região pelo grupo VerdMX, organização sem fins lucrativos que promove o design verde como forma de melhorar a qualidade de vida nos espaços urbanos e revitalizá-los. Os benefícios vêm em dose dupla, garantindo  beleza para os olhos e ar puro para o pulmão.
Anualmente, de acordo com o VerdMX, cada metro quadrado de um jardim vertical é capaz de “capturar” até 130 gramas de poeira gerada pela poluição de carros e outras fontes. Efeito que se multiplica de acordo com o tamanho do jardim. Um revestimento de dimensões semelhantes ao da fachada de um prédio de quatro andares pode filtrar 40 toneladas de gases nocivos à saúde, ao longo do ano, e também apreender e processar 15kg de metais pesados presentes no ar, como chumbo, cádmio e cobre.
Em larga escala, os jardins verticais também ajudam a reduzir as ilhas de calor nas cidades. Segundo o VerdMX, a iniciativa mexicana, que tem patrocínio da Nissan, é pioneira no mundo. “Embelezar os espaços urbanos e melhorar o ar que as pessoas respiram é uma forma de crescerrmos como país e de sensibilizar os cidadãos da necessidade de cuidarmos do meio ambiente”, diz o grupo.

Fonte: Exame.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Projeto é desenvolvido pela VerdMX, organização sem fins lucrativos que promove o design verde como forma de melhorar a qualidade de vida nos espaços urbanos.</p>
<p><img src="http://exame.abril.com.br/assets/pictures/54266/size_590_" alt="" width="510" /></p>
<p>Quem não se encanta ao ver um jardim bem cuidado? Imagine então se deparar com megaestruturas revestidas de vegetação verdinha no meio das ruas e, ainda por cima, na posição vertical. Pois é dessa paisagem que os moradores da Cidade do México andam desfrutando.</p>
<p>Sete gigantes jardins verticais foram instalados pelos bairros da região pelo grupo VerdMX, organização sem fins lucrativos que promove o design verde como forma de melhorar a qualidade de vida nos espaços urbanos e revitalizá-los. Os benefícios vêm em dose dupla, garantindo  beleza para os olhos e ar puro para o pulmão.</p>
<p>Anualmente, de acordo com o VerdMX, cada metro quadrado de um jardim vertical é capaz de “capturar” até 130 gramas de poeira gerada pela poluição de carros e outras fontes. Efeito que se multiplica de acordo com o tamanho do jardim. Um revestimento de dimensões semelhantes ao da fachada de um prédio de quatro andares pode filtrar 40 toneladas de gases nocivos à saúde, ao longo do ano, e também apreender e processar 15kg de metais pesados presentes no ar, como chumbo, cádmio e cobre.</p>
<p>Em larga escala, os jardins verticais também ajudam a reduzir as ilhas de calor nas cidades. Segundo o VerdMX, a iniciativa mexicana, que tem patrocínio da Nissan, é pioneira no mundo. “Embelezar os espaços urbanos e melhorar o ar que as pessoas respiram é uma forma de crescerrmos como país e de sensibilizar os cidadãos da necessidade de cuidarmos do meio ambiente”, diz o grupo.</p>
<p><img src="https://encrypted-tbn3.google.com/images?q=tbn:ANd9GcR8WB1WWO0QHYxchjqMPCe9Baq3Vt_NPlkoecJcYC9djkciNgdR" alt="" width="170"/><img src="http://exame.abril.com.br/assets/pictures/54269/size_590_" alt="" width="170"/><img src="http://exame.abril.com.br/assets/pictures/54272/size_590_" alt="" width="170"/></p>
<p>Fonte: Exame.</p>
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		<title>9 curiosidades verdes (algumas surreais) sobre o Google</title>
		<link>http://www.fourjet.com.br/blog/?p=741</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 11:30:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[9 curiosidades verdes (algumas surreais) sobre o Google]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://www.fourjet.com.br/blog/?p=741"><img align="left" hspace="5" width="230" src="http://assets3.exame.abril.com.br/assets/pictures/47535/size_590_Google.jpg?1325855079" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="Google" title="" /></a>
Gigante da internet investe em energia renovável, usa cabras no lugar de cortador de grama, libera bermuda para quem trabalha nos servidores e ainda cultiva abelhas
Ao acessar diariamente sua conta no Gmail, uma pessoa emite, em média, 1,2 kg de CO2 por ano. Imagine, agora, o impacto ambiental gerado pelas atividades da maior empresa mundial da internet. Preocupado com o seu “karma” ecológico, o Google está em empenhado em desenvolver o seu lado verde. Prova disso, são as ações ambientais que vem empreendendo nos últimos anos – uma mais curiosa que a outra. Confira. 
1 &#8211; Pegada de carbono 
Em setembro de 2010, o Google revelou pela primeira vez sua parcela de impacto ambiental no planeta. Entenda-se por isso as emissões de carbono advindas das operações da empresa e do consumo de energia ao longo de um ano, ou seja, a sua pegada de carbono. Segundo o relatório de sustentabilidade da empresa, o Google emite, anualmente, 1,5 milhão de toneladas de CO2, algo equivalente às emissões de um pequeno país como Laos, no sudeste asiático, ou sete vezes menos o que emite uma cidade como São Paulo.
2 &#8211; Data centers eficientes
Os servidores estão no coração de quase tudo que o Google faz. Por isso, executá-los com eficiência é uma das maiores oportunidades para reduzir o impacto ambiental. E a empresa faz por onde: seus centros de dados consomem 50% menos energia que a média da indústria. Para se ter uma ideia, o total de eletricidade usada pelos sistemas da companhia em 2010 representou apenas 1% dos 198,8 bilhões de kWh usados por todos os centros do mundo no mesmo ano.
3 &#8211; Bermuda liberada
Mas só para quem trabalha nos centros de processamento de dados, que, diz o Google, se assemelham a uma selva, devido ao ar quente. O uso de ar-condicionadoLeia mais...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://assets3.exame.abril.com.br/assets/pictures/47535/size_590_Google.jpg?1325855079" alt="Google" width="510"/></p>
<p><em>Gigante da internet investe em energia renovável, usa cabras no lugar de cortador de grama, libera bermuda para quem trabalha nos servidores e ainda cultiva abelhas</em></p>
<p>Ao acessar diariamente sua conta no Gmail, uma pessoa emite, em média, 1,2 kg de CO2 por ano. Imagine, agora, o impacto ambiental gerado pelas atividades da maior empresa mundial da internet. Preocupado com o seu “karma” ecológico, o Google está em empenhado em desenvolver o seu lado verde. Prova disso, são as ações ambientais que vem empreendendo nos últimos anos – uma mais curiosa que a outra. Confira. </p>
<p><strong>1 &#8211; Pegada de carbono </strong></p>
<p>Em setembro de 2010, o Google revelou pela primeira vez sua parcela de impacto ambiental no planeta. Entenda-se por isso as emissões de carbono advindas das operações da empresa e do consumo de energia ao longo de um ano, ou seja, a sua pegada de carbono. Segundo o relatório de sustentabilidade da empresa, o Google emite, anualmente, 1,5 milhão de toneladas de CO2, algo equivalente às emissões de um pequeno país como Laos, no sudeste asiático, ou sete vezes menos o que emite uma cidade como São Paulo.</p>
<p><strong>2 &#8211; Data centers eficientes</strong></p>
<p>Os servidores estão no coração de quase tudo que o Google faz. Por isso, executá-los com eficiência é uma das maiores oportunidades para reduzir o impacto ambiental. E a empresa faz por onde: seus centros de dados consomem 50% menos energia que a média da indústria. Para se ter uma ideia, o total de eletricidade usada pelos sistemas da companhia em 2010 representou apenas 1% dos 198,8 bilhões de kWh usados por todos os centros do mundo no mesmo ano.</p>
<p><img src="http://exame.abril.com.br/assets/pictures/47539/size_220_shorts_google.jpg" alt="Trabalhar de bermuda" align="left" style="padding-right: 5px; padding-bottom: 5px; width:200px;"/><strong>3 &#8211; Bermuda liberada</strong></p>
<p>Mas só para quem trabalha nos centros de processamento de dados, que, diz o Google, se assemelham a uma selva, devido ao ar quente. O uso de ar-condicionado nessas instalações é mínimo, o que garante um consumo econômico de energia.</p>
<p></p>
<p><strong>4 &#8211; Investimento em energia limpa</strong></p>
<p>Acreditando no potencial das tecnologias verdes, o Google já investiu mais de 780 milhões de dólares no setor de energia limpa, ajudando a tirar do papel projetos inovadores, ou mesmo dando o empurrãozinho que faltava. Em setembro passado, a empresa anunciou financiamento de 75 milhõies de dólares para instalação de paineis fotovoltaicos em centenas de residências americanas.</p>
<p><strong>5 &#8211; Alimentação</strong></p>
<p>Os funcionários do Google se esforçam para consumir alimentos locais, seguindo a premissa ecológica de que quanto menor a distância entre onde o alimento é cultivado e onde é consumido, menor serão as emissões.</p>
<p>O Googleplex, com é chamado o complexo em Mountain View, na Califórnia, possui até hortas para abastecimento próprio. Legumes, vegetais e outros alimentos que não são usados pelos 23 restaurantes da empresa seguem para doação ou são transformados em adubo.</p>
<p><img src="http://exame.abril.com.br/assets/pictures/47537/size_220_Cabras-google.jpg" alt="Cabras"  align="left" style="padding-right:5px; width:200px;"/><strong>6 &#8211; Saem os cortadores, entram as cabras</strong></p>
<p>Em outra inciativa verde inusitada, o Google substituiu todos os cortadores de grama por 200 caprinos, que semanalmente aparam a vegetação no complexo. </p>
<p>A “contratação” dos animais foi justificada pela empresa, que afirmou em comunicado que os antigos cortadores eram barulhentos, usavam gasolina e poluíam o ar.</p>
<p><strong>7 &#8211; Ferramentas “ativistas” </strong></p>
<p>Ferramentas como o Google Earth e o Maps têm sido utilizadas por ONGS ativistas de causas ecológicas. No rescaldo do maior desastre ambiental da história dos EUA, o vazamento de petróleo no Golfo do México, grupos ambientalistas de todo o país liderados pelo Defenders of Wildlife lançaram mão da ferramenta para mostrar a direção da mancha negra e seus efeitos sobre o ecossistema.</p>
<p>No Brasil, por exemplo, a tribo indígena Surui usa o Google Earth para monitorar a extração ilegal de madeira em suas reservas.</p>
<p><img src="http://exame.abril.com.br/assets/pictures/47538/size_220_Apicultura.jpg" alt="" align="left" width="200" style="padding-right:5px;" /><strong>8 &#8211; Criação de abelhas</strong></p>
<p>Por mais inesperado que possa parecer, a maior empresa de internet do mundo curte apicultura. O Google possui quatro criadores de abelha no campus da Califórnia e são os próprios funcionários que ajudam na atividade.</p>
<p>Cada cuidador voluntário pode levar para casa um potinho de mel por colheita; o restante é usado nos cafés da empresa.</p>
<p><strong>9 &#8211; Transporte elétrico</strong></p>
<p>O Google também aposta no transporte verde para reduzir sua pegada ecológica. Diversos escritórios da empresa nos EUA dispõem de um programa especial de compartilhamento de  veículos totalmente elétricos, além de pontos de recargara. Outra opção são ônibus movidos à biodiesel. A iniciativa ajuda a evitar emissões anuais de 5, 4 mil toneladas de CO2, o que equivale à retirada de 2 mil veículos a gasolina das ruas. </p>
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		<title>A Evolução das redes sociais</title>
		<link>http://www.fourjet.com.br/blog/?p=730</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Mar 2012 13:49:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Video]]></category>
		<category><![CDATA[A Evolução das redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://www.fourjet.com.br/blog/?p=730"><img align="left" hspace="5" width="230" src="http://blog.solucoesnet.com.br/wp-content/uploads/2011/07/redes_sociais12.jpg" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>
Que a internet vem alterando a forma como a sociedade vem interagindo nos últimos anos não é nenhuma novidade. Como também não causa surpresa afirmar que, dia após dia, a comunicação fica mais digital. Basta observar como notebooks, tablets e smartphones estão cada vez mais presentes na nossa rotina. Porém, mais importante que isso, é analisar como as redes sociais alcançaram um papel de destaque tão significativo nesse cenário, que foi muito além daquilo para o qual elas foram inicialmente criadas.
Quem já não achou no Orkut algum amigo de infância ou colega da época de colégio? E o Facebook, por exemplo, foi um projeto idealizado enquanto seu criador, Mark Zuckerberg, ainda estudava em Harvard e teve a ideia de programar uma rede interna da universidade, onde os estudantes podiam se divertir publicando fotos e conhecendo garotas.
As transformações pelas quais o Orkut, o Facebook e o Twitter vêm passando nos últimos anos são tantas que estas ferramentas estão indo muito além do seu papel de meras redes sociais. O que antes eram espaços virtuais criados originalmente para que os usuários tivessem a oportunidade de fazer novas amizades, reencontrar pessoas que há muito não viam ou trocarem informações triviais com sua rede de contatos passou, com o tempo, a funcionar como verdadeiros instrumentos de comunicação e exercício da cidadania.
Uma pesquisa realizada recentemente nos Estados Unidos pela Strata revela que 89% das agências de publicidade pretendem usar o Facebook nas campanhas no quarto trimestre deste ano. O estudo levou em conta 900 empresas do setor.
Nos primeiros três meses de 2011, a mídia digital teve preferência de 34% das agências entrevistadas, 1% a menos que a TV. A diferença é grande em relação a 2008, quando a TV detinha 60% e os meios digitais ficavam com 12%.
O YouTube ultrapassou o Twitter e se classificouLeia mais...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://blog.solucoesnet.com.br/wp-content/uploads/2011/07/redes_sociais12.jpg" alt="" /></p>
<p>Que a internet vem alterando a forma como a sociedade vem interagindo nos últimos anos não é nenhuma novidade. Como também não causa surpresa afirmar que, dia após dia, a comunicação fica mais digital. Basta observar como notebooks, tablets e smartphones estão cada vez mais presentes na nossa rotina. Porém, mais importante que isso, é analisar como as redes sociais alcançaram um papel de destaque tão significativo nesse cenário, que foi muito além daquilo para o qual elas foram inicialmente criadas.</p>
<p>Quem já não achou no Orkut algum amigo de infância ou colega da época de colégio? E o Facebook, por exemplo, foi um projeto idealizado enquanto seu criador, Mark Zuckerberg, ainda estudava em Harvard e teve a ideia de programar uma rede interna da universidade, onde os estudantes podiam se divertir publicando fotos e conhecendo garotas.<br />
As transformações pelas quais o Orkut, o Facebook e o Twitter vêm passando nos últimos anos são tantas que estas ferramentas estão indo muito além do seu papel de meras redes sociais. O que antes eram espaços virtuais criados originalmente para que os usuários tivessem a oportunidade de fazer novas amizades, reencontrar pessoas que há muito não viam ou trocarem informações triviais com sua rede de contatos passou, com o tempo, a funcionar como verdadeiros instrumentos de comunicação e exercício da cidadania.</p>
<p>Uma pesquisa realizada recentemente nos Estados Unidos pela Strata revela que 89% das agências de publicidade pretendem usar o Facebook nas campanhas no quarto trimestre deste ano. O estudo levou em conta 900 empresas do setor.<br />
Nos primeiros três meses de 2011, a mídia digital teve preferência de 34% das agências entrevistadas, 1% a menos que a TV. A diferença é grande em relação a 2008, quando a TV detinha 60% e os meios digitais ficavam com 12%.<br />
O YouTube ultrapassou o Twitter e se classificou como a segunda mídia preferida das campanhas nas mídias socias. Foram 39% da rede de vídeos contra 37% do microblog. É a internet mudando a forma como o mundo está se comunicando!</p>
<p><iframe width="510" height="365" src="http://www.youtube.com/embed/PJ-vhcqJRBs" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Os países mais verdes do mundo</title>
		<link>http://www.fourjet.com.br/blog/?p=718</link>
		<comments>http://www.fourjet.com.br/blog/?p=718#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 12:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Os países mais verdes do mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://www.fourjet.com.br/blog/?p=718"><img align="left" hspace="5" width="230" src="http://assets1.exame.abril.com.br/assets/pictures/50284/size_590_austria-geral.jpg?1329176917" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="" title="" /></a>
Quais são os países do mundo que cuidam bem de seu meio ambiente e que fazem uso sustentável de seus recursos naturais, garantindo a vitalidade dos ecossistemas além de saúde e bem estar para a população? A resposta está no Environmental Performance Index (EPI), ranking elaborado por uma equipe de especialistas das universidades americanas de Yale e de Columbia.
Em sua mais recente edição, o ranking de desempenho ambiental classificou 132 países utilizando 22 indicadores distribuídos por 10 categorias: critérios de saúde ambiental; poluição do ar; recursos de água; biodiversidade e habitat; recursos naturais; florestas; alterações climáticas, entre outros. E cada categoria possui pesos diferentes. Confira nas imagens a seguir, os 10 países mais verdes do mundo em 2012.
 1 &#8211; Suíça (76.69 pontos)
População: 7,825,243
Área: 41,271 km²
PIB per capita: $ 37,441
 2 &#8211; Letônia (70.37 pontos)
População: 2,242,916
Área: 64,385 km²
PIB per capita: $12,938
 3 &#8211; Noruega (69.92 pontos)
População: 4,885,240
Área: 325,602 km²
PIB per capita: $46,926
4 &#8211; Luxemburgo (69.2 pontos)
População: 505,831
Área: 2,592 km²
PIB per capita: $71,161
5 &#8211; Costa Rica (69.03 pontos)
População: 4,658,887
Área: 51,452 km²
PIB per capita: $10,258
6 – França (69.03 pontos)
População: 64,876,618
Área: 549,096 km²
PIB per capita: $29,647
7 &#8211; Áustria (68.92 pontos)
População: 8,384,745
Área: 83,879 km²
PIB per capita: $35,266
8 &#8211; Itália (68.9 pontos)
População: 60,483,521
Área: 300,906 km²
PIB per capita: $26,753
9 – Reino Unido (68.82)
População: 62,218,761
Área: 244,840 km²
PIB per capita: $32,187
10 – Suécia (68.82 pontos)
População: 9,379,116
Área: 443,016 km²
PIB per capita: $33,686
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://assets1.exame.abril.com.br/assets/pictures/50284/size_590_austria-geral.jpg?1329176917" class="lightbox"><img src="http://assets1.exame.abril.com.br/assets/pictures/50284/size_590_austria-geral.jpg?1329176917" alt=""/></a></p>
<p>Quais são os países do mundo que cuidam bem de seu meio ambiente e que fazem uso sustentável de seus recursos naturais, garantindo a vitalidade dos ecossistemas além de saúde e bem estar para a população? A resposta está no Environmental Performance Index (EPI), ranking elaborado por uma equipe de especialistas das universidades americanas de Yale e de Columbia.</p>
<p>Em sua mais recente edição, o ranking de desempenho ambiental classificou 132 países utilizando 22 indicadores distribuídos por 10 categorias: critérios de saúde ambiental; poluição do ar; recursos de água; biodiversidade e habitat; recursos naturais; florestas; alterações climáticas, entre outros. E cada categoria possui pesos diferentes. Confira nas imagens a seguir, os 10 países mais verdes do mundo em 2012.</p>
<p><a href="http://assets0.exame.abril.com.br/assets/pictures/50285/size_590_Suica-Lotschberg.jpg?1329176895" class="lightbox"><img src="http://assets0.exame.abril.com.br/assets/pictures/50285/size_590_Suica-Lotschberg.jpg?1329176895" alt="Suíça" title="Suiça" width="100" align="left" style="padding: 5px;"/> </a><strong>1 &#8211; Suíça (76.69 pontos)</strong><br />
População: 7,825,243<br />
Área: 41,271 km²<br />
PIB per capita: $ 37,441</p>
<p><a href="http://assets2.exame.abril.com.br/assets/pictures/50286/size_590_letonia.jpg?1329177402" class="lightbox"><img src="http://assets2.exame.abril.com.br/assets/pictures/50286/size_590_letonia.jpg?1329177402" alt="Letônia" title="Letônia" width="100" align="left" style="padding: 5px;"/></a> <strong>2 &#8211; Letônia (70.37 pontos)</strong><br />
População: 2,242,916<br />
Área: 64,385 km²<br />
PIB per capita: $12,938</p>
<p><a href="http://assets1.exame.abril.com.br/assets/pictures/50287/size_590_Oslo-noruega.jpg?1329177550" class="lightbox"><img src="http://assets1.exame.abril.com.br/assets/pictures/50287/size_590_Oslo-noruega.jpg?1329177550" alt="Noruega" title="Noruega" width="100" align="left" style="padding: 5px;"/></a><strong> 3 &#8211; Noruega (69.92 pontos)</strong><br />
População: 4,885,240<br />
Área: 325,602 km²<br />
PIB per capita: $46,926</p>
<p><a href="http://assets0.exame.abril.com.br/assets/pictures/50288/size_590_luxemburgo.jpg?1329177644" class="lightbox"><img src="http://assets0.exame.abril.com.br/assets/pictures/50288/size_590_luxemburgo.jpg?1329177644" alt="Luxemburgo" title="Luxemburgo" width="100" align="left" style="padding: 5px;"/></a><strong>4 &#8211; Luxemburgo (69.2 pontos)</strong><br />
População: 505,831<br />
Área: 2,592 km²<br />
PIB per capita: $71,161</p>
<p><a href="http://assets0.exame.abril.com.br/assets/pictures/30646/size_590_costarica.jpg?1306664367" class="lightbox"><img src="http://assets0.exame.abril.com.br/assets/pictures/30646/size_590_costarica.jpg?1306664367" alt="Costa Rica" title="Costa Rica" width="100" align="left" style="padding: 5px;"/></a><strong>5 &#8211; Costa Rica (69.03 pontos)</strong><br />
População: 4,658,887<br />
Área: 51,452 km²<br />
PIB per capita: $10,258</p>
<p><a href="http://assets3.exame.abril.com.br/assets/pictures/28654/size_590_torre-eiffel.jpg?1304098386" class="lightbox"><img src="http://assets3.exame.abril.com.br/assets/pictures/28654/size_590_torre-eiffel.jpg?1304098386" alt="Noruega" title="Noruega" width="100" align="left" style="padding: 5px;"/></a><strong>6 – França (69.03 pontos)</strong><br />
População: 64,876,618<br />
Área: 549,096 km²<br />
PIB per capita: $29,647</p>
<p><a href="http://assets3.exame.abril.com.br/assets/pictures/50289/size_590_austria.jpg?1329177725" class="lightbox"><img src="http://assets3.exame.abril.com.br/assets/pictures/50289/size_590_austria.jpg?1329177725" alt="Austria" title="Austria" width="100" align="left" style="padding: 5px;"/></a><strong>7 &#8211; Áustria (68.92 pontos)</strong><br />
População: 8,384,745<br />
Área: 83,879 km²<br />
PIB per capita: $35,266</p>
<p><a href="http://assets1.exame.abril.com.br/assets/pictures/50290/size_590_Italia.jpg?1329177419" class="lightbox"><img src="http://assets1.exame.abril.com.br/assets/pictures/50290/size_590_Italia.jpg?1329177419" alt="Itália" title="Itália" width="100" align="left" style="padding: 5px;"/></a><strong>8 &#8211; Itália (68.9 pontos)</strong><br />
População: 60,483,521<br />
Área: 300,906 km²<br />
PIB per capita: $26,753</p>
<p><a href="http://assets3.exame.abril.com.br/assets/pictures/50292/size_590_reinounido.jpg?1329177875" class="lightbox"><img src="http://assets3.exame.abril.com.br/assets/pictures/50292/size_590_reinounido.jpg?1329177875" alt="Reino Unido" title="Reino Unido" width="100" align="left" style="padding: 5px;"/></a><strong>9 – Reino Unido (68.82)</strong><br />
População: 62,218,761<br />
Área: 244,840 km²<br />
PIB per capita: $32,187</p>
<p><a href="http://assets1.exame.abril.com.br/assets/pictures/50293/size_590_suecia.jpg?1329177582" class="lightbox"><img src="http://assets1.exame.abril.com.br/assets/pictures/50293/size_590_suecia.jpg?1329177582" alt="Suécia" title="Suécia" width="100" align="left" style="padding: 5px;"/></a><strong>10 – Suécia (68.82 pontos)</strong><br />
População: 9,379,116<br />
Área: 443,016 km²<br />
PIB per capita: $33,686</p>
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